Poema do Alvinegro
Não somos torcedores
Termo genérico. Útil, porém escasso
Se o referencial é o sentimento do alvinegro
A união de time e (real) torcida, eterna lealdade
Todos jogam juntos! Honrando Minas, nosso cerne
Honrando essa camisa, que mesmo em intempéries
Não se intimida e mostra, ainda mais, a força que tem
Honra que é retribuída pela Massa. Gigante, mundial
O Galo é o time da virada, do amor
Pai da Re(i)sistência. Abençoado no céu
Pelo Divino e as forças universais
Ser atleticano é uma Maravilha inexplicável! Fala, Dadá!
Ave, São Victor! It is necessary to be forEvers(ON)
Quebrando recordes, rompendo paradigmas e barreiras
Todo mundo é bem-vindo! É de raiz a humildade
Nós somos o Clube Atlético Mineiro! Pode chegar
De BH para nossa Cidade, rumo às mundanas estradas
Passamos pela Lagoa, deixando próximo à ela
Nossa marca: conquistando a América (caiu um Mineiro no meu Horto)
Ótimo é recordar, porém, foquemos na liderança
Ficam nas memórias, lições e aprendizados
Já nadamos em águas tensas, mas isso ficou, (firme, sem quedas) em segundo plano
Fortes, vingadores e confiantes!
Beijo e coração e reverências à vocês, Hulk!
O Atlético é uma família. Eu me integro a ela
Mesmo que não domine, em tudo, o universo esportivo
Ser alvinegro, porém, disso independe
Basta acreditar! É necessário lutar e vencer!
Dificuldades virão, é intrínseco
Superemo-as, com raça e amor
E a altivez e garra de superCAMpeões!

Curiosidade
Pedrinho é torcedor do Clube Atlético Mineiro. Em sua prosa são frequentes alusões ao time de seu coração, como personagens atleticanos. O "Poema do Alvinegro" foi escrito em fevereiro de 2022, quando o Galo conquistou, em uma acirrada disputa, a Supercopa.